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Quadrilha suspeita de aplicar golpe envolvendo bitcoins movimentou mais de R$ 150 milhões, diz polícia


Nove pessoas foram presas em Curitiba e Região nesta quinta-feira (5). A quadrilha suspeita de aplicar golpe envolvendo bitcoins movimentou mais de R$ 150 milhões, de acordo com a Polícia Civil. Nove pessoas foram presas em Curitiba e Região Metropolitana nesta quinta-feira (5). A Justiça já bloqueou R$ 80 milhões das contas dos investigados. As prisões foram efetuadas na capital, em Pinhais e em Piraquara. Todas são temporárias, com validade de cinco dias. Dois investigados ainda não foram presos. Policiais civis cumprem mandados em Curitiba e Região, entre outras cidades Polícia Civil/Divulgação Como a quadrilha agia? O grupo oferecia serviços e simulava aplicações no mercado financeiro, mas ficava com o dinheiro das vítimas. Nenhuma moeda virtual era devolvida. Em um dos áudios, uma das integrantes da quadrilha falava para uma vítima sobre as vantagens do negócio. "Eu estou dando a segurança de que vocês vão ter o dinheiro de volta em qualquer circunstância", ela dizia. As vítimas Segundo a Polícia Civil, mais de cinco mil pessoas podem ter sido vítimas do esquema. As investigações apontaram um prejuízo de R$ 1,5 bilhão. Essas vítimas são de, pelo menos, seis estados: Paraná, Amapá, Maranhão, Minas Gerais, São Paulo e Bahia. Lavagem de dinheiro Para lavar o dinheiro do golpe, o grupo é suspeito de investir em uma concessionária de carros multimarcas. Essa loja fica em Pinhais. Dezenas de carros foram apreendidos e levados para a delegacia. Polícia usou rastreadores Por causa da alta movimentação financeira do grupo e da suspeita de fuga e destruição de provas, os policiais chegaram a usar rastreadores nos carros dos integrantes da quadrilha. Foi o que ajudou a identificar a localização de cada em um Curitiba e na Região Metropolitana na hora da prisão. Ainda conforme as investigações, um dos integrantes da quadrilha é agente penitenciário. Ele foi preso no trabalho, no 11º Distrito Policial de Curitiba. Busca e apreensão Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão. Os policiais recolheram documentos, celulares e computadores. Na casa de um dos suspeitos, foram encontrados milhares de contratos de clientes da empresa investigada, que tem sede na capital paranaense. Um desses mandados de busca foi cumprido em outra empresa que fazia investimento em bitcoins em São Paulo. Os crimes Os presos são suspeitos de cometer os crimes de associação, lavagem de dinheiro, estelionato e falsificação de documento particular. O G1 tenta localizar os advogados dos suspeitos. Operação foi deflagrada pela Polícia Civil nesta quinta-feira (5) Polícia Civil/Divulgação Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.

Mulher entra em trabalho de parto, e bebê nasce em rodovia a caminho do hospital: 'Grande emoção', diz pai


Mãe deu luz à criança na manhã desta quinta-feira (5), na BR-376, na região dos Campos Gerais do Paraná. Parto foi feito pela concessionária que administra a via. Socorristas fizeram o parto na rodovia BR-376, em Ponta Grossa CCR Rodonorte/Divulgação Uma mãe deu luz a um bebê enquanto estava a caminho do hospital, na BR-376, em Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná. O parto foi feito na manhã desta quinta-feira (5). Sabrina Alves e o marido, Márcio Lourenço, moram em Tibagi, também na região dos Campos Gerais. O pai do bebê disse que a mulher relatou que estava com dor por volta das 6h da manhã. "Eu levantei para ir para o trabalho, ela falou que estava ruim. Aí eu disse para ela que estava na hora. Peguei o carro e fui até o posto da Rodonorte, que é perto para mim", contou Márcio. A Rodonorte é a concessionária que administra a BR-376. Socorristas da empresa fizeram o socorro e começaram o transporte da mãe para um hospital em Ponta Grossa, mas a criança acabou nascendo no caminho, dentro da ambulância. Durante o caminho, Sabrina estava acompanhada da cunhada dentro da ambulância. Já Márcio precisou dirigir o carro da família até Ponta Grossa. Ele contou que ficou ansioso. "Não pude acompanhar dentro da ambulância, porque tive que levar meu carro. A emoção foi muito grande", contou o pai. Após o parto, Sabrina foi levada para o hospital junto com o bebê. Sofia, nome escolhido para a criança, nasceu com 2,9 kg e 47 centímetros. A criança e mãe passam bem. Segundo a Rodonorte, a concessionária já fez 23 partos em rodovias do Paraná. Veja mais notícias da região no G1 Campos Gerais e Sul.

BRF abre 130 vagas de emprego para centro de distribuição em Londrina


Interessados devem se inscrever pela internet. Empresa deve selecionar 65 profissionais até o dia 15 de dezembro. Vagas de emprego estão abertas em Londrina Natalia Filippin/G1 A BRF, dona das marcas Sadia e Perdigão, está com 130 vagas de emprego abertas para o centro de distribuição que será inaugurado em Londrina, no norte do Paraná, no primeiro trimestre de 2020. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pela internet. Do total de vagas, 65 serão preenchidas até o dia 15 de dezembro. Conforme a empresa, há vagas para supervisor, controlador de armazém, separador conferente, analista de operações, assistente administrativo, analista fiscal, operador de empilhadeira e operador de transpaleteira. Os candidatos que desejam concorrer a vagas do setor operacional devem ter ensino médio completo. Para as oportunidades de analistas e supervisores, a exigência é ter ensino superior completo. Além da formação escolar, a BRF ainda exige que os interessados tenham experiência em logística e centros de distribuição. Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.

Homem suspeito de integrar organização criminosa é morto a tiros em Foz do Iguaçu, diz PM

Segundo a polícia, a vítima tinha passagens por vários crimes. Esse foi o quarto homicídio registrado na cidade nesta semana. De janeiro até esta quinta-feira (5), foram 63 homicídios. Um homem de 26 anos foi morto a tiros, no Jardim Califórnia, em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, na noite de quarta-feira (4), segundo a Polícia Militar (PM). Conforme a polícia, a vítima é suspeita de fazer parte de uma organização criminosa, que atua dentro e fora de presídios brasileiros. Segundo a Polícia Civil, esse foi o quarto homicídio registrado nesta semana em Foz do Iguaçu. De janeiro até esta quinta-feira (5), foram registrados 63 homicídios na cidade. No mesmo período do ano passado, foram 78 homicídios. A PM informou ainda que a vítima levou pelo menos quatro tiros na cabeça. O homem tinha passagens por roubo, ameaça, lesão corporal, receptação, disparo de arma de fogo, violência doméstica e posse de drogas para consumo, conforme a PM. Até a publicação desta reportagem, segundo a polícia, nenhum dos suspeitos tinha sido identificado. A Delegacia de Homicídios de Foz do Iguaçu investiga o caso. Veja mais notícias da região no G1 Oeste e Sudoeste.

Professor Odacir Zanatta é nomeado novo reitor do IFPR


Nomeação foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (5); educador e engenheiro agrônomo foi eleito em agosto. Odacir Antonio Zanatta foi nomeado reitor do Instituto Federal do Paraná (IFPR) Divulgação/IFPR O professor e engenheiro agrônomo Odacir Antonio Zanatta foi nomeado novo reitor do Instituto Federal do Paraná (IFPR). A nomeação foi publicada nesta quinta-feira (5), no Diário Oficial da União. Zanatta assume mandato de quatro anos no cargo de reitor do instituto, que tem campus em 20 cidades do Paraná. Ele foi eleito em agosto, com 36,44% dos votos. Biografia Zanatta é graduado, mestre e doutor em Agronomia, pela Universidade Estadual de Maringá (UEM). O novo reitor ocupava o cargo de reitor pro tempore do instituto desde julho de 2016. Segundo o IFPR, Zanatta atuou como professor de turmas do ensino médio, em cursos pré-vestibulares e universidades. Ele também exerceu cargo de diretor de ensino, pesquisa e extensão e como diretor-geral no campus do IFPR em Umuarama, no noroeste do estado, entre 2010 e 2014. Na cidade, também atuou como coordenador dos cursos técnicos em Agronegócio e Agroecologia. Zanatta atuou no IFPR, em Umuarama, e em outras unidades do instituto Reprodução RPC Noroeste Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.

Com barra de ferro, vendedora espanta homem em tentativa de roubo; VÍDEO


Tentativa de roubo ocorreu em Araruna, no norte do Paraná, na tarde de quarta-feira (4). Suspeito fugiu após mulher pegar barra. PM orienta a não reagir a assalto. Vendedora utiliza barra de metal para espantar ladrão em Araruna Uma vendedora espantou um homem que tentou roubar uma loja de móveis com uma barra de metal em Araruna, no norte do Paraná, na tarde de quarta-feira (4). Assista ao vídeo acima. Imagens de uma câmera de segurança registraram a movimentação na empresa. O suspeito entra na loja e se passa por um cliente. Ele entra com a cabeça baixa, mãos nos bolsos e se interessa por celulares que estavam em exposição. Pouco tempo depois, o homem puxa uma faca do bolso e anuncia o assalto. A vendedora começa a se afastar e pega uma barra de metal que estava encostada. Ela corre em direção ao suspeito com o objeto em mãos e ele foge. A vendedora contou que na hora ela agiu por impulso. A Polícia Militar (PM) não recomenda que as pessoas tentem reagir em situações como essa. O suspeito fugiu sem levar nada. A PM foi chamada, procurou pelo homem, mas não o localizou. Vendedora espanta ladrão em Araruna Reprodução/RPC Homem entra na loja e se passa por cliente Reprodução/RPC Homem anuncia o assalto com uma faca Reprodução/RPC Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.

Polícia Civil faz operação em SC e no PR contra grupo suspeito de praticar desvios na Celesc

Ao todo, foram expedidos 21 mandados de busca e apreensão. Polícia Civil deflagra operação contra desvios na Celesc A Polícia Civil de Santa Catarina deflagrou na manhã desta quinta-feira (5) uma operação contra um grupo suspeito de praticar desvios das Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc), incluindo como alvo das ações, empresários e servidores públicos. Ao todo, foram expedidos 21 mandados de busca e apreensão e 49 veículos dos investigados que foram sequestrados. Os trabalhos ocorrem em Florianópolis, São José, Itajaí, Blumenau, Orleans e Pescaria Brava, além de Curitiba no Paraná. Até as 9h, não há balanço das ações. Segundo a polícia, a diretoria técnica da Celesc, com base em eventos emergenciais, como vendavais e tempestades, aprovavam a realização de serviços de manutenção, que seriam prestados pela Divisão de Infraestrutura da companhia. A investigação apurou que pelo menos seis serviços não foram prestados e o dinheiro teria sido desviado pelo servidores da Celesc e pelos empresários investigados. De acordo com a apuração inicial, o desvio ultrapassa os R$ 3,3 milhões. O nome da operação "Zero Grau" é uma alusão à grande quantidade de notas fiscais frias emitidas por supostos serviços que não foram realizados. O G1 procurou a Celesc, mas até esta publicação a companhia não se pronunciou sobre o caso. Veja mais notícias do estado no G1 SC

Caminhão fica sem freio e invade casa, em Curitiba: 'Graças a Deus que não pegou em ninguém', diz motorista


Segundo a Polícia Militar (PM), não havia ninguém na casa no momento do acidente, que aconteceu na manhã desta quinta-feira (5). Caminhão invade casa no Bom Retiro em Curitiba Um caminhão invadiu uma casa, próxima à esquina entre as ruas Teffé e Tapajós, em Curitiba, na manhã desta quinta-feira (5). Segundo a Polícia Militar (PM), o veículo ficou sem freio. "Uso o caminhão todo dia. Quando acontece, acontece na hora, não tem o que fazer. Fiquei sem freio, tentei diminuir marcha, não entravam as marchas. Graças a Deus que não pegou em ninguém", afirmou João dos Santos, que é feirante e dirigia o caminhão. O veículo estava sem freios. Segundo a Polícia Militar (PM), o motorista não ingeriu bebida alcoólica. "O condutor informou que vinha subindo a via e perdeu o freio. Para não cruzar a preferencial, ele jogou à esquerda. No descer a Tapajós, o caminhão embalou, e ele jogou no muro da residência para parar o veículo", soldado Rodrigo Cesar, da PM Não havia ninguém na casa, e o caminhoneiro teve escoriações. "Eu tentei jogar do outro lado. Tentei tirar dos carros, foi quando entrei na casa", explicou Santos. O caminhão não tem seguro. Caminhão ficou sem freio e motorista invadiu uma casa, em Curitiba Amanda Menezes/RPC Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.

Motociclista morre após bater de frente contra caminhão bitrem, na BR-376


Caminhão ficou atravessado na pista, e trecho da rodovia foi bloqueado, na manhã desta quinta-feira (5). BR-376 fica bloqueada após acidente em Paranavaí Um motociclista morreu depois de bater a moto contra um caminhão bitrem, na BR-376, em Paranavaí, no noroeste do Paraná, na manhã desta quinta-feira (5). De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o caminhão ficou atravessado na pista, e o trecho da rodovia foi interditado totalmente. Até as 11h10, o bloqueio era total na região da entrada que dá acesso à cidade. O motorista do caminhão, que estava transportando adubo, informou que o motociclista invadiu a pista contrária. O caminhoneiro disse que tentou evitar o acidente, mas que não foi possível evitar a batida. A PRF afirma que o acidente pode ter ocorrido porque a moto aquaplanou na pista. O corpo do motociclista foi levado ao Instituto Médico-Legal de Paranavaí, ainda não foi identificado. Caminhão bitrem bateu de frente com uma moto, na BR-376, em Paranavaí Katiuscia Reis/RPC Risco de contaminação O Instituto Ambiental do Paraná (IAP) está no local do acidente porque a carga do caminhão oferece risco para uma nascente de um rio que abastece Paranavaí. A Polícia Rodoviária Federal pede que os motoristas evitem passar pelo trecho, pois não há previsão de quando o caminhão será retirado. Os motoristas que seguem de Porto Rico para Paranavaí, a polícia recomenda que entrem nos distritos de Mandiocaba ou Graciosa e depois acessem a rodovia. No sentido contrário, não há desvio. O único jeito é aguardar a retirada do caminhão. A PRF informou que as filas de veículos que aguardam para seguir viagem passam de cinco quilômetros nos dois sentidos. Moto ficou destruída após acidente na BR-376, em Paranavaí Katiuscia Reis/RPC Trecho da BR-376 está totalmente interditado na manhã desta quinta-feira (5) Katiuscia Reis/RPC Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.

Prova que mede aprendizado nas escolas públicas do Paraná aponta dificuldade em interpretação de texto e cálculo básico de área


Terceira edição da Prova Paraná dos ensinos fundamental e médio, sobre Língua Portuguesa e Matemática, foi aplicada nas escolas das redes estadual e municipal; confira os resultados. A avaliação diagnóstica é sobre as disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática Divulgação/AEN A terceira edição da Prova Paraná, que mede o aprendizado nas escolas estaduais, indicou dificuldade dos estudantes para identificar o tema de um texto e para resolver problema envolvendo o cálculo de área de figuras planas. Conforme o resultado, por exemplo, apenas 16% dos alunos do 7º ano do ensino fundamental conseguiram acertar essas duas questões. Confira mais resultados abaixo. A avaliação sobre as disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática foi aplicada em todas as escolas das redes estadual e municipal. Participaram mais de 900 mil estudantes, do 5º ao 9º do ensino fundamental, da 1ª à 4ª série do ensino médio, e alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA) fase II e ensino médio. O levantamento foi realizado em setembro deste ano e divulgado pela Secretaria Estadual de Educação do Estado do Paraná (Seed) em novembro. De acordo com a Seed, o percentual de acerto é referente ao número de alunos daquela série/ano que responderam a avaliação. Questões de Língua Portuguesa Números mais baixos: 18% dos alunos do 8º ano conseguiram identificar a finalidade de textos de diferentes gênero. 18% dos alunos da 3ª e 4ª séries acertaram a questão sobre estabelecer relação entre a tese e os argumentos oferecidos para sustentá-la. 28% dos alunos da 2ª série conseguiram identificar o conflito gerador do enredo e os elementos que constroem a narrativa. 28% dos alunos da 1ª série conseguiram identificar o conflito gerador do enredo e os elementos que constroem a narrativa. 37% dos alunos do 9º ano identificar efeitos de ironia ou humor em textos variados. Números mais altos: 88% dos estudantes da 1ª série reconheceram o efeito de sentido decorrente do uso da pontuação e de outras notações. 88% dos estudantes do 9º ano conseguiram interpretar texto com auxílio de material gráfico diverso, como propagandas, quadrinhos, foto. 89% dos estudantes da 2ª série conseguiram localizar informações explícitas em um texto. 89% dos alunos da 3ª/ 4ª série localizaram informações explícitas em um texto. 86% dos estudantes do 6º ano identificaram efeitos de ironia ou humor em textos variados. Questões de Matemática Números mais baixos: 6% dos alunos do 9º ano conseguiram identificar relação entre quadriláteros por meio de suas propriedades. 6% dos estudantes da 1ª série reconheceram o gráfico de uma função polinomial de 1º grau por meio de seus coeficientes. 7% dos alunos da 2ª série conseguiram reconhecer o gráfico de uma função polinomial de 1º grau por meio de seus coeficientes. 12% dos alunos da 3ª/ 4ª série relacionaram as raízes de um polinômio com sua decomposição em fatores do 1º grau. 15% dos alunos do 6º ano conseguiram identificar diferentes representações de um mesmo número racional. Números mais altos: 85% dos estudantes do 6º ano conseguiram calcular o resultado de uma adição ou subtração de números naturais. 86% dos alunos da 3ª e 4ª série associaram informações apresentadas em listas e/ou tabelas simples aos gráficos que as representam e vice-versa. 81% dos alunos do 9º ano conseguiram identificar a localização de números inteiros na reta numérica. 85% dos estudantes da 1ª série associaram informações apresentadas em listas e/ou tabelas simples aos gráficos que as representam e vice-versa. 89% dos alunos do 5º ano conseguiram identificar propriedades comuns e diferenças entre figuras bidimensionais pelo número de lados, pelos tipos de ângulos. Prova Paraná foi aplicada em todas as escolas das redes estadual e municipal Divulgação/SEED Avaliações sobre a prova O G1 conversou com duas professoras da Universidade Federal do Paraná (UFPR) que analisaram os resultados da terceira edição da prova. Ambas afirmam que o problema das avaliações em larga escala é que elas são feitas à revelia do que a escola, de fato, ensinou. "Pressupondo que todas as escolas ensinam as mesmas coisas, do mesmo jeito, no mesmo tempo. E isso não é verdade, porque as escolas têm ritmos diferentes e os estudantes também. Essa padronização é inexistente. Não mostram o que os alunos aprenderam, mas sim o que a prova perguntou", disse Mônica Ribeiro da Silva, também pesquisadora em políticas educacionais e coordenadora do Observatório de Ensino Médio. A outra docente, Maria Tereza Carneiro Soares, que também é mestra e doutora em educação, disse que, atualmente, existe bastante complexidade tanto na formação de professores quanto nas condições de trabalho na escola, e isso pode "respingar" nos resultados de avaliações sobre o conhecimentos dos estudantes. "Muitas vezes, os estudantes não conseguem ver a relação com o que aprendem na escola com o que aplicam em seu cotidiano. Na hora do teste, o modo como a questão é feita, pode impossibilitar ou confundir", explicou Maria Tereza. Segundo elas, é comum que, realmente, as dificuldades apareçam muito mais fortes em interpretação, embora as escolas tenham investido em leitura e em letramento. Além disso, as professoras consideram difícil avaliar os números da forma em que é colocado pela secretaria. "É muito raso, pois o desempenho dos estudantes é fruto de uma série de fatores, incluindo o que a escola fez. Não é apenas o desempenho dos alunos que servem para fazer a avaliação da educação, explicou a professora Mônica. Na avaliação dela, é necessário fazer outros testes acerca das condições de ensino para saber quais políticas seriam efetivas. Conforme a Secretaria de Educação do Paraná, a Prova Paraná não é, exatamente, uma avaliação para medir o conhecimento dos estudantes do estado, e sim para apontar quais são os conteúdos em que há mais dificuldade de aprendizado. "O objetivo é oferecer subsídios sobre o aprendizado de cada aluno", informou a secretaria. Entenda a prova A prova é impressa pela Seed e distribuída para todas as escolas estaduais e para as escolas municipais de cidades que aderiram ao programa, gratuitamente. O aluno tem duas horas para realizar a prova. 3ª edição da Prova Paraná Arte/G1 "A 3ª edição teve novo recorde de participação e isso, na avaliação da secretaria, mostra como a prova, enquanto instrumento pedagógico de diagnóstico da aprendizagem, tem sido aprimorada edição após edição, com as contribuições de toda a rede, como sugestões, críticas e elogios", segundo a Seed. Para 2020, a secretaria afirmou que os desafios serão para aprimorar a ferramenta e o trabalho que é realizado após a prova, considerado o mais importante. "O trabalho pedagógico realizado a partir dos resultados, para ajudar os estudantes a aprenderem mais, a superarem suas dificuldades. Todas as ações são pensadas tendo em vista a meta de garantir a melhor aprendizagem aos alunos, seu pleno desenvolvimento", conforme a secretaria. Para a professora Mônica, a prova é um cenário geral do sistema, mas ela não pode ser uma medida isolada. "Deve ter um conjunto de políticas para melhorar a qualidade da educação, os salários dos professores e funcionários, condições de trabalho e materiais didáticos também", comentou ela. Esta edição da prova foi realizada em todos os municípios do estado Divulgação/SEED Melhorias A intenção da secretaria é que, após a correção dos testes, os professores e demais profissionais da educação tendo as informações mais aprofundadas sobre as dificuldades dos alunos, consigam desenvolver estratégias pedagógicas e de ensino mais adequadas para superar as dificuldades. A secretaria desenvolve o programa "Tutoria Pedagógica", que é uma das frentes de ação da pasta junto aos Núcleos Regionais de Ensino e às escolas a partir dos resultados. "Um tutor acompanha a escola, dá apoio ao diretor e professores para fazer a análise dos resultados e pensar em atividades que ataquem as dificuldades. A secretaria também disponibiliza listas de questões direcionadas para o desenvolvimento do aprendizado dos conhecimentos abordados na prova", explicou a secretaria. A Seed afirmou que auxilia a planejar ações e estratégias para superar as defasagens de aprendizagem relacionadas às habilidades cognitivas avaliadas com menor número de acertos na prova. "Como, por exemplo, monitoria entre estudantes, aulas de reforço, nivelamento, resolver a prova com os estudantes e retomar cada questão", informou. Além disso, as escolas têm autonomia para desenvolver projetos e ações pedagógicas próprias a partir dos resultados, o que acontece na grande maioria das escolas, segundo a Seed. "Temos escolas em que há professores que gravam vídeos sobre os descritores, por exemplo", disse a secretaria. A professora Maria Tereza afirmou que todas as iniciativas que buscam uma participação maior do professor, da família, tendo como foco o aluno, são interessantes. "É essencial o papel do professor na interpretação desses resultados para que realmente surjam resultados positivos", concluiu. Após a correção dos testes, professores conseguem desenvolver estratégias mais adequadas para superar as dificuldades dos alunos Natalia Filippin/G1 Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.

Carlinhos Maia apresenta show de humor 'Mas, Carlos!' pela primeira vez no AP


Espetáculo será no dia 30 de setembro, no Teatro das Bacabeiras. Apresentação aposta na interação com o público para garantir risadas. Comediante Carlinhos Maia se apresentará pela primeira vez em Macapá no dia 2 de setembro Divulgação O alagoano Carlinhos Maia é um dos fenômenos das redes sociais, somando quase 10 milhões de seguidores no Instagram e Facebook. Conhecido pelos vídeos bem humorados, o artista estará no Amapá pela primeira vez no dia 30 de setembro, às 20h, no Teatro das Bacabeiras, no Centro de Macapá. O show havia sido marcado para o dia 2 de setembro, mas, por problemas de saúde da mãe dele, o artista anunciou o adiamento da apresentação através das próprias redes sociais. A organização do evento informou que os ingressos comprados anteriormente serão válidos para a nova data. A devolução do ingresso também está sendo feita. Maia se destacou na internet falando do seu dia a dia e assuntos cotidianos com irreverência, além de mostrar a convivência com os vizinhos na vila onde mora, na cidade de Penedo, em Alagoas. No show "Mas, Carlos!", que será apresentado na capital, o artista relata vários momentos de sua trajetória, até o sucesso com vídeos na web. Ele aposta na interação com o público para garantir risadas. Outro característica do show é que Maia conta, de forma bem humorada, um pouco sobre a vida de "digital influencer", que é uma espécie nova de celebridade. Marlon Santos, produtor do espetáculo, comenta que Maia é, atualmente, um dos maiores fenômenos das redes sociais e que o novo show dele é um dos mais procurados do país. "A motivação para trazer o Carlinhos [Maia] para Macapá é bem simples, ele está bombando nas redes sociais e todo mundo no país quer conhecer mais sobre ele, o que é justamente o que será apresentado no espetáculo", falou. Para garantir os ingressos antecipados, que custam de R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia). Serviço Espetáculo 'Mas, Carlos!' Data: 30 de setembro (domingo) Local: Teatro das Bacabeiras Hora: 20h Ingressos: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia) Informações: (96) 98138-0887 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Michele Maycoth interpreta sucessos de Maria Gadú em noite romântica no AP


'Linda Rosa', 'João de Barro' e 'Shimbalaiê' fazem parte do repertório. Evento será realizado no dia 1º de setembro num espaço cultural na Zona Central de Macapá. Apresentação está marcada para o dia 1º de setembro, em um espaço cultural em Macapá Michele Maycoth/Arquivo Pessoal Interpretando sucessos de Maria Gadú, uma das relevações da MPB, a cantora amapaense Michele Maycoth prepara um show que promete embalar os apaixonados. A apresentação está marcada para o dia 1º de setembro, a partir das 20h, em um espaço cultural na Zona Central de Macapá. Com uma apresentação predominantemente acústica e intimista, a cantora espera estar mais próxima do público, principalmente para cantar junto com ela sucessos como "Linda Rosa", "João de Barro", "A História de Lilly Braun" e "Shimbalaiê". De acordo com a produção do show, Michele tocará durante mais de uma hora e também haverão participações especiais, entre elas, Alexandre Moraes, Erick Pureza e Nitai Silva. Os ingressos podem ser adquiridos em dois postos de vendas na Zona Central da capital e com a produção do show ao preço inicial de R$ 10. Sucessos como 'Linda Rosa', 'João de Barro' e 'Shimbalaiê' não vão ficar de fora do show Divulgação Serviço Michele Maycoth canta Maria Gadú Data: 1º de setembro (sábado) Hora: 20h Local: Quintal Walô 54 (Avenida José Antônio Siqueira, 1212, bairro Jesus de Nazaré) Ingressos: R$ 10 (1º lote) Postos de vendas: Norte Rock (Villa Nova Shopping); Quintal Walô 54 Informações e compra de ingressos: (96) 98142-0743 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Exposição 'Minha Aldeia' reúne fotografias inspiradas no cotidiano amapaense


Mostra reúne 27 imagens do fotógrafo Floriano Lima. Vernissage acontece no dia 24 de agosto no Sesc Centro, em Macapá. Visitações seguem até 20 de setembro. Mostra 'Minha Aldeia' busca evidenciar as belezas escondidas na simplicidade da vida no Amapá Floriano Lima/Divulgação Com fotos de paisagens, cartões-postais e até mesmo de trabalhadores à beira do Rio Amazonas, o fotógrafo Floriano Lima reúne 27 imagens que retratam o cotidiano amapaense na exposição "Minha Aldeia". A mostra ficará aberta ao público de 27 de agosto a 20 de setembro, na unidade Centro do Serviço Social do Comércio (Sesc), em Macapá. O fotógrafo define não existir um tema específico na exposição, condição que deu a ele liberdade para retratar desde as fotos mais "clichês", até imagens comuns do dia a dia. "Sempre gostei de fotografar nossos cartões postais porque eles são muito bonitos e únicos. Então, por mais 'batidas' que pareçam, eles fazem parte da proposta da exposição", adiantou. Dormir na rede, trabalhar com embarcações ou até mesmo o céu no fim de tarde são inspirações para o fotógrafo, que diz buscar evidenciar as belezas escondidas na simplicidade. Todas as imagens foram feitas entre 2016 até este ano. Elas compõem fases da profissão de Floriano Lima, de 56 anos, que iniciou a fazer "clicks" aos 17. "Essas fotos são recentes e fazem parte da minha carreira profissional. Apesar de fotografar desde a adolescência, quando ganhei minha primeira câmera fotográfica, trabalho profissionalmente na área há cerca de 5 anos", contou. A vernissage da exposição acontece no dia 24 de agosto, às 19h público poderá prestigiar a mostra de segunda a sexta-feira, no horário das 9h às 11h e das 15 às 17h. Serviço Exposição fotográfica "Minha Aldeia" Data: vernissage 24 de agosto; visitações de 27 de agosto a 20 de setembro Hora: abertura 19h; visitações das 9h às 11h e das 15h às 17h Local: Sesc Centro Entrada: gratuita Fotógrafo reuniu 27 imagens para a mostra que acontece até o dia 20 de setembro Floriano Lima/Divulgação Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Peça teatral amapaense vai narrar acontecimentos 19 anos depois do último livro de Harry Potter


Espetáculo está marcado para os dias 16 e 17 de agosto, no Teatro das Bacabeiras. Adaptação amapaense vai regionalizar história original que é inglesa. Peça teatral 'Harry Potter e o Herdeiro Amaldiçoado' será nos dias 16 e 17 de agosto, em Macapá Google Inspirada na peça londrina que contou os acontecimentos 19 anos depois de "Harry Potter e as Relíquias da Morte", um grupo amapaense de teatro propõe uma adaptação do espetáculo que virou sucesso no Reino Unido e bateu recorde de bilheteria na Broadway. A apresentação acontece nos dias 16 e 17 de agosto, às 20h, no Teatro das Bacabeiras, no Centro de Macapá. Intitulado "Harry Potter e o Herdeiro Amaldiçoado: A Oitava História Dezenove Anos Depois", a peça do grupo "O Beco Teatral e o Projeto Literar Amapá" segue a estrutura do espetáculo londrino, com os protagonistas da saga mais velhos e focando a aventura nos filhos do feiticeiro. De acordo com um dos diretores da peça, Iury Laudrup, o trabalho foi regionalizado. "Nosso trabalho é adaptar, uma vez que a peça original tem mais de 5 horas de duração. Então, encurtamos a história e regionalizamos o roteiro para que nossa peça tenha sua própria identidade", ressaltou. O espetáculo amapaense conta com oito personagens no elenco principal e 12 pessoas na produção e terá uma hora e meia de duração. Os ingressos para o espetáculo podem ser adquiridos antecipadamente em três postos de vendas na Zona Central da capital, ao preço de R$ 15 + um quilo de alimento não perecível. História A montagem teatral continua a história de Harry Potter de onde o sétimo e último volume da saga de J.K. Rowling parou, com um enredo envolvendo um Harry adulto e o seu filho do meio, Alvo Severo. Ele também é pai de Tiago Sirius, o mais velho, e de Lília Luna, a caçula. Agora, Potter é um funcionário sobrecarregado de trabalho no Ministério da Magia, com três crianças em idade escolar. Ele "lida com um passado que se recusa a ficar no lugar ao qual pertence", diz um texto sobre a peça. Enquanto isso, Alvo, assim chamado em homenagem ao antigo diretor de Hogwarts e mentor de Harry, Alvo Dumbledore, se esforça para lidar com o peso do legado da família. Serviço "Harry Potter e o Herdeiro Amaldiçoado: A Oitava História Dezenove Anos Depois" Datas: 16 e 17 de agosto Local: Teatro das Bacabeiras (Rua Cândido Mendes, 1087 – Centro) Ingressos: R$15 + um quilo de alimento não perecível Postos de Venda: Livraria Acadêmica (Macapá Shopping - Piso L2); Amapanime Space (Avenida Vereador Orlando Pinto, Nº: 640F - Santa Rita); Parada do Cachorro Quente (Rua Odilardo Silva, Nº: 2289 - Centro) Informações: (96) 98128-4949 / (21) 96979-6812 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Levantamento do G1 mostra variação de preço nas opções de transporte em Divinópolis; confira


Valores dos meios disponíveis na cidade variam de R$ 4,05 a R$ 15. Preço do transporte coletivo varia de acordo com forma de pagamento e para comunidades rurais TV Integração/Reprodução Quem mora em Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas, e precisa se locomover conta, atualmente, com três empresas de aplicativos, ônibus, taxis e mototaxis à disposição. Mas, destas, qual a mais barata? O G1 fez um levantamento com todos os tipos de transporte disponíveis na cidade. Com base em uma viagem de dois quilômetros, o usuário gasta entre R$ 4,05, caso opte por ir de ônibus, a R$ 15 caso faça o trajeto em um táxi ou em dos aplicativo disponíveis na cidade. Ônibus Segundo a Prefeitura, o meio de transporte mais utilizado no município é o transporte público, que tem cerca de 80 mil usuários por dia. O valor das passagens, no entanto, varia. Atualmente, o transporte público municipal custa R$ 4,05 para pagamento em dinheiro e R$ 3,60 para pagamento via cartão de vale-transporte. Segundo a Prefeitura, a frota é de 153 ônibus na cidade. Destes, 144 fazem viagens diárias e outros nove funcionam como veículos reservas. Para as comunidades rurais, o preço varia de acordo com a distância da comunidade ao centro da cidade. Veja na tabela os preços: Preços de ônibus para comunidades rurais em Divinópolis Táxis e Mototáxis Segundo a Associação dos Taxistas de Divinópolis, o número de motoristas não acompanha o tamanho da população. Atualmente, existem 90 taxistas no município espalhados em pontos estratégicos da cidade como no Centro, rodoviária e próximo à supermercados. A associação, no entanto, afirma que os pontos são insuficientes e bairros mais afastados também deveriam ter a presença dos veículos. Atualmente, uma corrida do Centro até o bairro Niterói, com cerca de dois quilômetros de distância, custa, em média, R$ 15 dependendo da bandeira. Valor médio do táxi em Divinópolis para corrida de 2 km é de R$ 15 Reprodução/TV Integração Deste valor, R$ 4,50 são impostos que devem ser repassados ao município – o valor é, também, o valor inicial registrado no taxímetro, segundo a associação. O serviço de mototáxi foi regulamentado em agosto do ano passado e atualmente, segundo a Prefeitura, cerca de 60 mototaxistas atuam nas quatro empresas regularizadas no município. O preço das corridas, no entanto, é calculado pelos próprios motoristas e não é tabelado. Usando como parâmetro a distância levantada com o táxi, três mototaxistas da cidade afirmaram valores distintos para a corrida: o primeiro disse ao G1 que cobraria R$ 5. O segundo, R$ 7 e o terceiro cobraria R$ 10 pela corrida. Segundo a Prefeitura, a diferença é considerada normal porque os gastos do mototaxista varia de acordo com o tipo de moto conduzida por ele e, diferentemente dos táxis, o serviço não possui um valor mínimo estipulado. Mototáxi também apresenta variação no preço Reprodução/Tv Integração Aplicativos A cidade conta, ainda, com três opções de transporte por aplicativo: Uber, Go Car e Uper 7. Para usar o serviço, o usuário deve instalar os respectivos aplicativos em seu smartphone. Segundo um dos proprietários do Go Car, Bruno Alvim, a tarifa do serviço é cerca de 25% menor do que a cobrada pelos táxis. Atualmente, a empresa conta com cerca de 20 veículos pela cidade. No trajeto entre o Centro e o Bairro Niterói, por exemplo, a corrida ficaria em R$ 7. A Uper 7, empresa fundada em 2009, afirmou contar com cerca de 30 veículos cadastrados na cidade. Destes, a tarifa básica dos taxistas é mantida e cobra-se entre R$ 2,17 e R$ 2,50 por quilômetro, dependendo do tipo de veículo solicitado. O valor estimado pelo aplicativo no trajeto escolhido pelo G1 apontou o mesmo preço do táxi. A Uber, por sua vez, informou, por meio da assessoria, que divulga somente dados estaduais. Segundo a empresa, em Minas Gerais atualmente existem 35 mil motoristas atuando pelo aplicativo. Um motorista que faz corridas pelo aplicativo da Uber em Divinópolis, e que pediu para não ser identificado, revelou ao G1 que existe um grupo de mensagens instantâneas com os motoristas da empresa na cidade e que, atualmente, existem cerca de 60 pessoas. No trajeto calculado pela reportagem, a corrida ficaria em R$ 6,75. Contudo, o motorista alerta que o preço varia conforme o horário e a demanda dos usuários. Com relação ao transporte particular, Divinópolis conta atualmente com cerca de 125 mil veículos - uma média de dois habitantes por veículo.

Show de humor em Macapá leva histórias de ribeirinhos da Amazônia para o teatro


Dupla Epaminondas Gustavo e Adilson Alcântara apresentam ‘Agora é que são Eles’, na sexta-feira (3), no Teatro das Bacabeiras. Lançamento de livros também marcam visita dos humoristas ao AP. Epaminondas Gustavo (com a bandeira) e Adilson Alcântara no show 'Agora é que são Eles’ Divulgação Histórias engraçadas de ribeirinhos que vivem no interior do Pará inspiraram o repertório de “Agora é que são Eles”, novo show de humor da dupla paraense Epaminondas Gustavo e Adilson Alcântara. A apresentação do espetáculo acontece na sexta-feira (3), no Teatro das Bacabeiras, em Macapá. Com o sotaque típico da região, o personagem Epaminondas Gustavo, interpretado pelo ator Cláudio Rendeiro, conta aventuras, reclamações, desavenças, conselhos e fatos de comunidades que vivem às margens de rios. A apresentação teatral é acompanhada por canções de Alcântara. Além de ator, Rendeiro é juiz do Tribunal de Justiça do Pará. Ele caracterizou o protagonista do show de humor como um morador de São Caetano de Odivelas, cidade natal do magistrado, com linguajar “caboco” e cheio de expressões. Alcântara é um artista paraense com 25 anos de carreira como cantor, compositor, humorista e produtor cultural. Ele é o responsável por equilibrar o humor com a paródia, que também faz parte da vida dos ribeirinhos, e conta as piadas com ritmo e acompanhado por um violão. A dupla fez uma apresentação em Macapá em maio, lotou o teatro e quer repetir a experiência na capital. Espetáculo leva histórias hilárias da região ribeirinha do Pará Divulgação Livros e palestra Um dia antes da apresentação no Teatro das Bacabeiras, os humoristas vão fazer o lançamento dos livros “Sátira de um Ribeirinho”, que traz crônicas e histórias no olhar de Cláudio Rendeiro, e “Lírica Ribeirinhas e Outras Margens”, com o lado poético do artista. O lançamento dos livros é gratuito acontece após uma palestra-show voltada para alunos do curso de direito, no auditório do Sebrae em Macapá. Serviços Palestra-show para estudantes de direito Data: 2 de agosto (quinta-feira) Hora: 19h Local: Auditório do Sebrae (Av. Ernestino Borges, 740 - Laguinho) Entrada: R$ 20 Lançamento dos livros Data: 2 de agosto (quinta-feira) Hora: 20h30 Local: Auditório do Sebrae Entrada: franca Show de humor 'Agora é que são Eles' Data: 3 de agosto (sexta-feira) Hora: 20h Local: Teatro das Bacabeiras Ingresso: R$ 30 Informações: (96) 98139-9346 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Sem dinheiro, venezuelanos acampam às margens de rodovia na fronteira do Brasil: 'aqui pelo menos temos comida'


Cidade de Pacaraima, em Roraima, tem abrigo público, mas ele é só para índios venezuelanos. Sem ter para onde ir, famílias inteiras estão vivendo às margens da BR-174, que liga os dois países. Angélia Aguilera, 18, e o filho de 2 anos ao lado da barraca em que estão vivendo há cerca de 1 mês; 'Na rua é muito frio' Inaê Brandão/G1 RR Venezuelanos estão vivendo em acampamentos improvisados em Pacaraima, no Norte de Roraima, na fronteira do Brasil. Um deles fica às margens da BR-174, rodovia que liga o país a Venezuela, e tem pelo menos 30 famílias. Conforme a prefeitura, a cidade tem uma média de 1,5 mil imigrantes em situação de rua - o equivalente a 22% da população local, que é de cerca de 15 mil habitantes. O município possui um abrigo público, mas ele é exclusivo para imigrantes indígenas. Procurada, a Força Tarefa Logística Humanitária, criada pelo Governo Federal para lidar com a imigração, informou que está em implantação um novo abrigo para não-índios na fronteira. Chamado de BV8, ele terá capacidade para 500 pessoas. No acampamento às margens da rodovia, famílias inteiras estão morando em barracas de camping e estruturas improvisadas com lonas, madeiras e até papelões. As estruturas são cobertas por plástico para proteger da chuva, comum neste período do ano. Na madrugada, a temperatura chega aos 16º C. A jovem Angélia Aguilera, de 18 anos, está no Brasil há um mês. Ela, o marido e o filho Elieser, de um ano, vivem nas ruas de Pacaraima desde então. "Aqui na rua é muito frio. Nunca imaginei que ia passar por isso", lamentou Angélia. A família saiu de Maturin, a 785 Km de Pacaraima, e conta a mesma história que outros milhares de venezuelanos que buscam refúgio no Brasil. "Vim porque na Venezuela não tem trabalho, comida e remédio. Não tem nada", disse Angélia, acrescentando que no país a família se alimentava apenas de mandioca e sardinha. O esposo trabalhava em uma empresa multinacional, mas o salário - corroído pela inflação diária de 2,8% - perdeu o poder de compra. Por isso, ele largou o trabalho há dois meses e a família resolveu tentar a vida no Brasil, onde busca trabalho. "A vida aqui está um pouco difícil porque não conseguimos dinheiro. Meu marido vende café na rua e não dá para quase nada. Mas dá para comer, sobreviver. Pelo menos temos comida", disse. O objetivo da família é chegar até Manaus. Luiz Sereño, 20, colocou bandeiras do Brasil na barraca improvisada: 'é uma homenagem ao país que me acolheu' Inaê Brandão/G1 RR O jovem Luiz Sereño, de 20 anos, também se mudou para o Brasil fugindo da crise econômica e política da Venezuela. Na barraca improvisada onde mora, o jovem colocou duas bandeiras do Brasil e disse que elas são uma homenagem ao país que o acolheu. "A bandeira representa a união. O Brasil nos recebeu como irmãos e sou grato", afirmou. Em Pacaraima, Luiz trabalha lavando carros. O dinheiro que consegue manda para a filha de três anos que ficou na terra natal. "A Venezuela tem muitos recursos naturais, mas já estamos cansados de passar fome. Tenho uma filha e chorava quando via ela comendo só manga". Na rua, os imigrantes cozinham em latas de tintas e, muitas vezes, dependem de doações de moradores para se alimentar. Sem lugar para se higienizar, aqueles que não possuem entre R$ 1 e R$ 4 para pagar um estabelecimento comercial para usarem o banheiro ficam sem banho e precisam fazer as necessidades em uma região de mata, na outra margem da rodovia. Imigrantes fazem comida em fogões improvisados Inaê Brandão/G1 RR Crise migratória Nos primeiros seis meses deste ano, mais de 16 mil venezuelanos pediram refúgio em Roraima, segundo a Polícia Federal. O número já é 20% maior do que o registrado em todo o ano de 2017, quando foram recebidas pouco mais de 13,5 mil solicitações. Nos últimos 18 meses, 128 mil venezuelanos que entraram no Brasil pela fronteira de Pacaraima (RR), mas destes, 31,5 mil, voltaram para a Venezuela pelo mesmo caminho, e os outros 37,4 mil saíram do país de avião ou por outras fronteiras terrestres. O Exército Brasileiro calcula que a média de entrada de venezuelanos em Roraima nos últimos cinco meses foi de 416 pessoas ao dia. Ainda não há números precisos sobre a quantidade exata de venezuelanos vivendo em Roraima, mas um levantamento da prefeitura de Boa Vista apontou que, só na capital, há 25 mil moradores venezuelanos – o equivalente a 7,5% da população local, que é de 332 mil habitantes. Desses, pelos menos 65% estão desempregados. Atualmente o estado conta com dez abrigos públicos, totalizando cerca de 4,6 mil pessoas, seis deles abertos só neste ano. Mesmo assim, ainda há venezuelanos em situação de rua em 10 dos 15 municípios do estado. Além disso, 820 imigrantes já foram levados em voos da Força Aérea Brasileira (FAB) para São Paulo, Manaus, Cuiabá, Brasília, Rio de Janeiro, Igarassu (PE) e Conde (PB) no chamado processo de interiorização, que consiste em distribuir venezuelanos recém-chegados a Roraima para outros estados do país. Acampamento foi montado às margens da BR-174 Inaê Brandão/G1 RR Initial plugin text

Barracas de apoio aos romeiros começam a funcionar nesta sexta na BR-365 em Patos de Minas


Nos pontos de atendimento serão oferecidos alimentação, camas, escalda-pés, massagens e atendimento médico 24h até o dia 13 de agosto. Reprodução/TV Integração Os pontos de apoios aos romeiros começam a funcionar a partir desta sexta-feira (27) às margens da BR-365, km 439, após o trevo de Santa de Patos, em Patos de Minas. Serão oferecidos sanitários, camas, água e refeições durante 24h até o dia 13 de agosto. As Delegacias da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Patos de Minas e Uberlândia, realizarão a “Operação Romaria”, e a partir do dia 27 de julho haverá grupos dedicados à fiscalização de trânsito e do radar móvel na BR-365. Os romeiros terão direito a alimentação completa com café, leite, suco, pão e frutas, almoço, atendimento de saúde, além de escalda-pés, massagem e chuveiros. O Dia de Nossa Senhora da Abadia, padroeira do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, é celebrado no dia 15 de agosto e os fiéis católicos saem a pé até a cidade de Romaria como forma de agradecer ou cumprir alguma promessa.

Quilo do Pirarucu é vendido em Rondônia por R$ 9,36 no valor médio


Banana nanica, bezerro de corte e alface convencional também foram cotados. Valores se referem a preços pagos diretamente ao produtor. Veja quanto custa o preço do quilo do pirarucu em várias cidades Toni Mendes/ TG A Associação de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO) realizou, entre os dias 16 a 20 de julho, a pesquisa de preços dos produtos agrícolas vendidos no estado. A cotação se refere ao valor pago diretamente ao produtor agrícola, nas unidades produtivas. Confira abaixo a lista de alguns itens: Peixe Pirarucu (quilo) Preço médio: R$ 9,36 Porto Velho: R$ 11,00 Guajará-Mirim: R$ 10,00 Ariquemes: cotação não informada Jaru: R$ 8,00 Rolim de Moura: R$ 7,40 Machadinho D'Oeste: R$ 10,00 Ouro Preto do Oeste: R$ 9,00 Ji-Paraná: R$ 11,00 Colorado do Oeste: R$ 8,50 São Miguel do Guaporé: cotação não informada Costa Marques: cotação não informada Cacoal: cotação não informada Vilhena: cotação não informada Pimenta Bueno: cotação não informada Banana Nanica/ Nanicão (quilo) Preço médio: R$ 1,88 Porto Velho: R$ 2,00 Guajará-Mirim: R$ 1,80 Ariquemes: R$ 2,00 Jaru: R$ 2,00 Rolim de Moura: R$ 1,30 Machadinho D'Oeste: R$ 2,00 Ouro Preto do Oeste: R$ 2,00 Ji-Paraná: R$ 2,00 Colorado do Oeste: R$ 2,00 São Miguel do Guaporé: 2,00 Costa Marques: 1,50 Cacoal: R$ Cotação não divulgada Vilhena: R$ Cotação não divulgada Pimenta Bueno: R$ 2,00 Bezerro de corte (cabeça) Preço médio: R$ 960,71 Porto Velho: R$ 950,00 Guajará-Mirim: R$ 900,00 Ariquemes: R$ 950,00 Jaru: R$ 1.000,00 Rolim de Moura: R$ 1.100 Machadinho D'Oeste: R$ 1.000,00 Ouro Preto do Oeste: R$ 1.000,00 Ji-Paraná: R$ 950,00 Colorado do Oeste: R$ 1.000,00 São Miguel do Guaporé: 720,00 Costa Marques: R$ 900,00 Cacoal: R$ 980,00 Vilhena: R$ 1.000,00 Pimenta Bueno: R$ 1.000,00 Alface convencional (maço) Preço médio: R$ 1,80 Porto Velho: R$ 1,50 Guajará-Mirim: R$ 2,00 Ariquemes: R$ 2,00 Jaru: R$ 1,50 Rolim de Moura: R$ 1,50 Machadinho D'Oeste: R$ 2,00 Ouro Preto do Oeste: R$ 2,00 Ji-Paraná: R$ 1,00 Colorado do Oeste: R$ 2,00 São Miguel do Guaporé: 2,00 Costa Marques: R$ 2,00 Cacoal: R$ 2,00 Vilhena: R$ 1,65 Pimenta Bueno: R$ 2,00

Confira as vagas de emprego do Sine em Macapá para o dia 24 de julho


Há oportunidades para auxiliar de vidraceiro, pescador, passadeiro, forneiro, técnico em laboratório e topógrafo. Número de vagas é de acordo com as empresas cadastradas. São ofertadas duas vagas para técnico em laboratório no Sine Macapá Divulgação/FVS O Sistema Nacional de Empregos no Amapá (Sine/AP) oferece vagas de empregos para Macapá. O número de vagas está disponível de acordo com as empresas cadastradas no Sine e são para todos os níveis de escolaridade e experiência. Os interessados podem procurar o Sine/AP, localizado n Rua General Rondon, nº 2350, na praça Floriano Peixoto. Em toda a rede Super Fácil tem guichês do Sine e neles é possível obter informações sobre vagas em Macapá e Santana. Outras informações e oferta de vagas são pelo número (96) 4009-9702. Para se cadastrar e atualizar os dados, o trabalhador deverá apresentar Carteira de Trabalho, RG, CPF e comprovante de residência (atualizado). Veja as vagas disponíveis de acordo com as solicitações das empresas: Auxiliar de vidraceiro – 1 vaga Forneiro – 1 vaga Gerente de fibra óptica – 1 vaga Pescador especializado (PEP) - 1 Pescador profissional (POP) – 1 vaga Passadeiro – 1 vaga Motorista de pesca – 1 vaga Técnico em laboratório – 2 vagas Técnico em refrigeração – 1 vaga Técnico em edificações – 1 vaga Topógrafo – 1 vaga

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