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Após apreensão de 3,3 t de cocaína, PF encontra mais 734 kg em casa no litoral do Paraná


Polícia cumpriu três mandados de busca e apreensão nesta segunda-feira (22) em Paranaguá e São José dos Pinhais; apreensão no sábado (20) levou à deflagração da Operação Seguimento. Após apreensão de 3,3 t de cocaína, PF encontra mais 734 kg em casa no litoral do Paraná A Polícia Federal (PF) apreendeu 734 kg de cocaína na tarde desta segunda-feira (22) em uma casa em Paranaguá, no litoral do Paraná. Segundo a polícia, o endereço está relacionado a um dos três presos no sábado (20) na apreensão de 3,3 toneladas da droga em Guaratuba, também no litoral. Três mandados de busca e apreensão foram cumpridos nesta segunda pela PF, na deflagração da Operação Seguimento. Além da casa, foram alvos da polícia um barracão em Paranaguá e outra residência em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. A PF também diz ter apreendido um relógio de luxo, um caminhão, duas caminhonetes, bloqueadores de rastreador de caminhão e material para embalar drogas. Os mandados foram expedidos pela 14ª Vara da Justiça Federal de Curitiba. PF cumpriu três mandados de busca e apreensão nesta segunda, em Paranaguá e São José dos Pinhais PF/Divulgação Apreensão em marina desativada No sábado, o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), da Polícia Militar (PM), fez a maior apreensão de cocaína da história do Paraná em uma marina desativada em Guaratuba. Os policiais foram até o local para tentar encontrar possíveis suspeitos de um assalto a banco. Segundo a polícia, a droga estava dentro de 46 malas. Os policiais encontraram a primeira quantidade da droga, cerca de 300 kg, em um quintal - quando estavam sendo carregadas em um barco. No forro do imóvel foram encontradas mais 3 toneladas de cocaína. O local também estava sendo mobiliado pelos traficantes. Três pessoas foram presas em flagrante. Imagens mostram marina onde foram apreendidas 3,3 t de cocaína Polícia Federal faz operação contra o tráfico internacional de drogas Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.

Batida entre dois carros fere uma pessoa em Curitiba; assista ao vídeo


Acidente aconteceu na tarde desta segunda-feira (22), no bairro Portão; dois carros bateram de frente. Dois carros batem de frente em cruzamentos de rua no Portão Uma câmera de segurança registrou o momento em que dois carros bateram de frente, na tarde desta segunda-feira (22), no bairro Portão, em Curitiba. Uma pessoa ficou ferida. Assista ao vídeo acima. Conforme a Polícia Militar (PM), o acidente aconteceu no cruzamento das ruas Dom Orione e Carlos Dietzsch. Uma jovem, de 22 anos, sofreu ferimentos moderados, segundo a polícia. Ela foi encaminhada para o Hospital do Trabalhador, em Curitiba. A polícia investiga o que pode ter causado o acidente. Vídeo mostra momento em que dois carros batem de frente em cruzamento, em Curitiba Reprodução/RPC Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.

Duas pessoas morrem após trocar tiros com policiais em Piraquara, diz PM


Um jovem e um adolescente foram abordados em uma chácara, nesta segunda-feira (22), segundo a polícia. Duas pessoas morrem após confronto com a polícia, em Piraquara Reprodução/RPC Um jovem, de 25 anos, e um adolescente, de 17 anos, morreram após trocar tiros com policiais, na tarde desta segunda-feira (22), em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, conforme a Polícia Militar (PM). A abordagem aos dois começou na Rua Mario de Jesus Simeão e terminou em uma chácara, na Rua Olho D'Água, para onde os suspeitos fugiram, de acordo com a polícia. A PM disse que as equipes faziam patrulhamento quando perceberam atitudes suspeitas da dupla. Ainda conforme a polícia, o adolescente era suspeito de tráfico de drogas, e o jovem tinha mandado de prisão em aberto por porte ilegal de arma. Os policiais informaram que apreenderam dois revólveres calibre 32 com o jovem e o adolescente, segundo a PM. As armas foram encaminhadas para a Criminalística. Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico-Legal (IML), de acordo com a PM. Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.

Governador sanciona lei que congela salários do primeiro escalão no Paraná


Conforme a lei, sancionada nesta segunda-feira (22), vencimentos não terão reajuste até dezembro de 2022. Salário do governador do Paraná é de R$ 33,7 mil Reprodução/RPC Os salários do governador, vice e de secretários no Paraná ficarão congelados até dezembro de 2022, conforme lei sancionada nesta segunda-feira (22) por Ratinho Junior (PSD). O projeto foi proposto por deputados. Com isso, não será aplicado o reajuste de 16,38% concedido pelo Senado aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). O salário do primeiro escalão é atrelado ao subsídio dos magistrados da Suprema Corte, que é de R$ 39,2 mil. Atualmente, o governador do Paraná, por exemplo, recebe remuneração mensal de R$ 33,7 mil - teto no estado. Por lei, o percentual de remuneração do vice e dos secretários é fixado em 95% e 70% desse valor, respectivamente. Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.

'Estuprei e dei dinheiro para ela não falar', diz padrasto que confessou ter matado enteada; VÍDEO


Sandro de Jesus Machado foi preso e disse, nesta segunda-feira (22), ter se arrependido do crime; corpo de Sara Manuela, de nove anos, foi encontrado em Londrina. Vídeo mostra depoimento de homem que confessou ter estuprado e matado enteada, em Londrina Um vídeo divulgado pela Polícia Civil mostra o que disse Sandro de Jesus Machado, de 25 anos, suspeito de matar a enteada, de nove anos, em Londrina, no norte Paraná. O homem confessou o crime, em depoimento, nesta segunda-feira (22). Assista ao vídeo acima. "Eu estuprei ela e dei dinheiro para ela não falar, sabe? Só que aí, depois, ela falou que ia falar com a mãe, entendeu?! [inaudível] Aí eu fui e fiz essa loucura de matar", disse Machado. O corpo de Sara Manuela Silva foi encontrado no fundo de um vale, no domingo (21). Na manhã de sábado (20), o padrasto registrou Boletim de Ocorrência (B.O.) informou que a menina havia desaparecido enquanto ele tomava banho. Segundo a Polícia Militar (PM), o corpo da vítima tinha marcas no pescoço e havia indícios de abuso sexual. Sandro Machado foi preso quando alguns moradores tentavam agredi-lo, conforme a polícia. No depoimento prestado nesta segunda-feira, Machado disse à polícia que matou a menina enforcada, usando as mãos, e afirmou que tentou oferecer R$ 5 para que a vítima não contasse que havia sido estuprada. Sara Manuela Silva foi encontrada morta, em Londrina Reprodução/RPC Segundo a polícia, uma nota de R$ 5 foi encontrada nas mãos da menina. "Ela tinha saído com esse dinheiro de dentro de casa. Entendeu? Aí, chegou lá, eu fui e dei mais cinco reais para ela. Só que aí ela não quis. Que ela já estava com o outro cinco na mão. Para ela não falar, sabe?! Só que ela falou que ia falar com a mãe, sim. Eu fiquei com medo das consequências, aí já em excesso de drogas, aí fiz a loucura de fazer aquilo", disse o padrasto. Ainda em depoimento, o padrasto afirmou ter se arrependido do crime. "Eu sou um cara trabalhador, eu nunca fiz isso, assim, com ninguém, entendeu?! Eu peguei ela para criar desde novinha. Eu estou muito arrependido do que eu fiz de minha vida. Eu basicamente, destruí minha vida", disse. A Polícia Civil informou que Sandro de Jesus Machado não possui advogado constituído. O delegado-chefe Osmir Ferreira Neves informou, nesta segunda-feira, que o padrasto deve ser indiciado por estupro de vulnerável e feminicídio. Sandro de Jesus Machado confessou ter estuprado e matado a enteada, em Londrina; ele disse, nesta segunda-feira (22), ter se arrependido do crime. Reprodução/G1 Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.

VÍDEOS: Boa Noite Paraná de segunda-feira, 22 de julho


Assista aos vídeos do telejornal com as notícias de todas as regiões. Assista aos vídeos do telejornal com as notícias de todas as regiões.

Curitiba deixa de ser a capital com maior percentual de fumantes, diz prefeitura


Após dois anos na liderança, a capital paranaense caiu para a 3ª posição, com 11,4% de fumantes; informação divulgada nesta segunda-feira (22) tem como base dados do Ministério da Saúde. Conforme o município, a pesquisa mostra que, entre 2017 e 2018, a capital paranaense teve redução de 60 mil fumantes Luciano Calafiori/G1 Curitiba deixou de ser a capital brasileira com o maior percentual de fumantes do Brasil, de acordo com a prefeitura. A informação divulgada nesta segunda-feira (22) tem como base dados do Vigitel 2018, uma pesquisa do Ministério da Saúde. Após dois anos consecutivos na liderança, a capital paranaense caiu para a terceira posição, com 11,4% de fumantes, ficando atrás de São Paulo (12,5%) e Porto Alegre (14,4%). Segundo a prefeitura, Curitiba registrou o menor índice da série histórica, iniciada em 2006. Conforme o município, a pesquisa mostra que, entre 2017 e 2018, a capital paranaense teve redução de 60 mil fumantes. Em 2017, segundo o estudo, 15,6% da população fumava. Ainda de acordo com a prefeitura, nos primeiros quatro meses deste ano a procura por tratamento contra o tabagismo aumentou 64%, no comparativo com o mesmo período do ano anterior, saindo de 462 atendimentos para 758. Onde procurar ajuda Os Grupos de Controle do Tabagismo são oferecidos nas 111 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do município. Atualmente, há 60 grupos abertos com vagas para novos participantes. No primeiro mês, os encontros acontecem uma vez por semana. Após esse período, os intervalos de tempo são maiores e obedecem a necessidade de cada caso. Em algumas situações, são prescritas medicações pelo médico da unidade de saúde. Os grupos são multidisciplinares, reúne profissionais de saúde, como médicos, psicólogos, nutricionistas, dentista, profissional de educação entre outros. Há também a atendimento individual, quando necessário. Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.

Com mais de 48 mil perícias paradas, Paraná nomeia 96 peritos; sindicato diz que contratações são insuficientes


Estado passa a ter 379 peritos. Sindicato destaca que perícias paradas podem deixar investigações policiais sem solução. Governo nomeia 96 novos peritos para a polícia científica do Paraná Reprodução/RPC Noventa e seis novos peritos foram nomeados pelo Governo do Paraná na tarde desta segunda-feira (22). Porém, conforme o Sindicato dos Peritos Oficiais e Auxiliares do Paraná (Sinpoapar), esse número não é suficiente para resolver as 48.669 requisições de diferentes tipos de perícia que estão paradas no estado. O presidente Sinpoapar, Paulo Roberto Estocco Zempulski, disse que a categoria está contente com a contratação, mas que as contratações não resolvem o problema do estado. "Claramente isso não vai resolver o nosso problema porque, pra se ter uma ideia, a Polícia Militar (PM) trabalha com 65% do efetivo dela em lei, a Polícia Civil com 48%. Nós, antes desse concurso estávamos trabalhando com 28% do efetivo, agora, com a nomeação, fomos pra 35%. Ou seja, ainda estamos muito abaixo das outras forças policiais", disse Zempulski. Com as nomeações, o Paraná passa a ter 379 peritos. Zempulski afirmou que essas perícias paradas significam investigações travadas no estado. Dos mais de 48 mil pedidos de perícia, 42 mil foram feitos em Curitiba. Seguido de Cascavel, no oeste do estado, com 1.909, e Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais, com 1.458. Essa fila reflete diretamente na sociedade, que terá que esperar mais tempo para conclusão de um processo criminal, por exemplo. O presidente do Sinpoapar lembrou também que perícias paradas podem deixar inquéritos policiais sem solução. Segundo o governador Ratinho Junior (PSD), as contratações fazem parte de um trabalho de reorganização da Secretaria de Segurança Pública, inclusive da parte de investigação. "É a maior contratação da história que nós estamos fazendo hoje. Sempre é necessário mais investimentos, mas nós estamos repondo aquilo que não foi feito nos últimos anos. Então, é só o início para que consigamos, dentro do possível, repor e reconstruir toda a secretaria de segurança, que é fundamental para levar mais tranquilidade para a população", comentou. Conforme o governador, os novos peritos vão passar por qualificação de 90 dias antes de serem distribuídos para as unidades da polícia científica em todo o estado. Serão 62 são peritos criminais, 29 são médicos legistas, 1 é odontolegista, 2 são toxicologistas e os outros dois são químicos legais. Filas para perícia Conforme o sindicato, as requisições pendentes envolvem: Química - 20 mil; Informática - 9 mil; DNA - 7.472; Localísticas em execução - 2.055; Balística - 1,5 mil; Toxicologia - 950; Documentoscopia - 720; Localística (abertas e não distribuídas) - 500; Identificação veicular - 146. Casos emblemáticos no estado dependem de perícia para conclusões, como a investigação sobre a morte da miss Altônia, no noroeste, Bruna Zucco, em março do ano passado, e a série de crimes que deixou 12 mortos e 14 feridos em Londrina, no norte, em janeiro de 2016. Esse tipo de serviço é realizado pela Seção de Computação Forense do Instituto de Criminalística, que tem laboratórios em Curitiba, em Londrina e Maringá, ambas no norte do estado, e em Francisco Beltrão, no sudoeste. Veja mais notícias da região no G1 Paraná.

Investigação sobre acidente de avião que matou deputado Bernardo Ribas Carli e mais dois completa um ano sem conclusão


Queda aconteceu em Paula Freitas, no sul do Paraná; além do parlamentar, piloto e copiloto da aeronave também morreram. Avião de Bernardo Ribas Carli após queda em Paula Freitas Vanessa Rumor/RPC A investigação do acidente aéreo que matou o deputado estadual Bernardo Ribas Carli, além do piloto e copiloto da aeronave, completou um ano sem conclusão. O avião que levava o parlamentar caiu no dia 22 de julho de 2018 em Paula Freitas, no sul do Paraná. A aeronave com o deputado Bernardo Ribas Carli saiu de Guarapuava, na região central do estado, com destino a União da Vitória, no sul. O parlamentar iria participar da 62ª Festa dos Motoristas, na Paróquia Nossa Senhora de Salete, de acordo com a assessoria. Além do deputado estadual, o piloto Laércio Tavares da Silva, de 44 anos, e o copiloto Luis Fernando Correa de Souza, de 29 anos, também morreram no acidente. As investigações da queda estão sendo feitas pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da Força Aérea Brasileira (FAB). Segundo o Cenipa, o objetivo da investigação é prevenir que novos acidentes parecidos aconteçam. O Cenipa informou que os prazos para conclusões de investigações dependem da complexidade de cada acidente. Até a publicação desta reportagem, o Cenipa não havia informado se a causa do acidente já havia sido identificada pela investigação. Acidente O avião caiu em uma área de plantação de eucaliptos por volta das 11h do dia 22 de julho de 2018. Moradores da região disseram que havia neblina no momento do acidente. Os corpos das vítimas foram retirados do local no início da noite do mesmo dia e encaminhados para o Instituto Médico-Legal (IML) de União da Vitória. Equipes do Corpo de Bombeiros e das polícias Militar, Civil e Científica participaram do atendimento no local do acidente. Investigadores do Quinto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa V) também estiveram no local à época. Eles fizeram fotografias e recolheram partes do avião para apurar as causas. A família de Bernardo Ribas Carli diz que aguarda a conclusão da investigação do acidente. O G1 tenta contato com as famílias de Laércio Tavares da Silva e Luis Fernando Correa de Souza. Mapa mostra distância entre partida e cidade de queda de avião onde estava o deputado estadual Bernardo Carli Artes/G1 Histórico Nascido em Guarapuava, Bernardo Ribas Carli tinha 32 anos e era graduado em Administração de Empresas. O parlamentar morreu enquanto cumpria o segundo mandato como deputado estadual pelo PSDB. O deputado era o presidente da Comissão de Esportes da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) e coordenador da Frente Parlamentar dos Produtores de Energia Elétrica. Bernardo é filho do ex-prefeito de Guarapuava, Luiz Fernando Ribas Carli, e irmão do ex-deputado estadual Luiz Fernando Ribas Carli Filho, condenado por matar duas pessoas em um acidente de trânsito. O corpo de Bernado Ribas Carli foi sepultado no dia 23 de julho de 2018, em Guarapuava. Deputado estadual Bernardo Ribas Carli (PSDB) morreu em um acidente aéreo no município de Paula Freitas Pedro de Oliveira/Divulgação/Alep Veja mais notícias da região no G1 Campos Gerais e Sul.

Governo do Paraná fecha contrato emergencial com empresa para gerir manutenção da frota


Acordo com validade máxima de 180 dias prevê valor máximo de R$ 38,6 milhões; frota oficial do estado tem 18 mil veículos. Governo anuncia empresa que vai fazer a gestão da frota oficial do Estado O Governo do Paraná fechou um contrato emergencial, por 180 dias, com uma empresa para gerenciar a manutenção da frota oficial do estado, que tem 18 mil veículos. O contrato, assinado na sexta-feira (19), tem valor máximo de R$ 38,6 milhões. Conforme o governo, a contratação emergencial vai permitir que o conserto da frota oficial até que haja a conclusão da licitação convencional para contratação da empresa gestora da manutenção da frota. A expectativa do governo estadual é a de que o contrato seja encerrado antes dos seis meses previstos por causa da licitação que está sendo preparada. "Estamos finalizando o edital. Nossa expectativa é que o edital seja lançado em agosto, e o certame concluído até o início de outubro", afirma o secretário da Administração e da Previdência Reinhold Stephanes. A empresa MaxiFrota, da Bahia, assume o lugar da JMK, que deixou de administrar a frota após uma investigação da Polícia Civil apontar a suspeita de prejuízo de mais de R$ 125 milhões aos cofres públicos. Para a polícia, os donos da JMK adulteravam orçamentos que vinham das oficinas credenciadas e inventavam serviços para cobrar mais caro do governo pelos reparos. A empresa tem negado as suspeitas e que vai provar na Justiça que sempre trabalhou dentro da legalidade. A nova contratada, segundo o governo, atua no mercado há 26 anos e atende órgãos federais no Paraná com contratos de abastecimento e manutenção de frotas. De acordo com a polícia, carros do governo ficaram parados em oficinas por falta de pagamento por parte da JMK pelo serviços Reprodução/RPC Mudanças na contratação De acordo com o governo, foram feitas mudanças no contrato para evitar problemas ocorridos com a empresa anterior, como a obrigatoriedade de comprovação, por parte da contratada, dos pagamentos feitos às oficinas credenciadas. Pelo contrato, a empresa não pode demorar mais do que 15 dias, após o pagamento feito pelo estado, para quitar as pendências com as prestadores de serviço. Haverá necessidade de comprovação por meio de nota fiscal. Caso isso não seja feito, ainda conforme o governo, o estado deixa de fazer novos pagamentos. O contrato também prevê, entre outras situações, o fornecimento de sistema informatizado e integrado para gestão da frota e equipe especializada para gerir. Em nota, a JMK alegou que o contrato emergencial fechado pelo governo é 40% maior do que o vigente com a empresa até 31 de maio. "Pelo contrato assinado agora, a previsão de gasto é de R$ 38.657.957,20 por seis meses, enquanto a renovação do contrato anterior também por seis meses, assinada em janeiro deste ano com a JMK, previa um valor de R$ 27.534.650,00", diz a empresa. O governo respondeu afirmando que os R$ 38,6 milhões são um valor máximo e que não deve ser gasto ao longo dos 180 dias. Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.

Carlinhos Maia apresenta show de humor 'Mas, Carlos!' pela primeira vez no AP


Espetáculo será no dia 30 de setembro, no Teatro das Bacabeiras. Apresentação aposta na interação com o público para garantir risadas. Comediante Carlinhos Maia se apresentará pela primeira vez em Macapá no dia 2 de setembro Divulgação O alagoano Carlinhos Maia é um dos fenômenos das redes sociais, somando quase 10 milhões de seguidores no Instagram e Facebook. Conhecido pelos vídeos bem humorados, o artista estará no Amapá pela primeira vez no dia 30 de setembro, às 20h, no Teatro das Bacabeiras, no Centro de Macapá. O show havia sido marcado para o dia 2 de setembro, mas, por problemas de saúde da mãe dele, o artista anunciou o adiamento da apresentação através das próprias redes sociais. A organização do evento informou que os ingressos comprados anteriormente serão válidos para a nova data. A devolução do ingresso também está sendo feita. Maia se destacou na internet falando do seu dia a dia e assuntos cotidianos com irreverência, além de mostrar a convivência com os vizinhos na vila onde mora, na cidade de Penedo, em Alagoas. No show "Mas, Carlos!", que será apresentado na capital, o artista relata vários momentos de sua trajetória, até o sucesso com vídeos na web. Ele aposta na interação com o público para garantir risadas. Outro característica do show é que Maia conta, de forma bem humorada, um pouco sobre a vida de "digital influencer", que é uma espécie nova de celebridade. Marlon Santos, produtor do espetáculo, comenta que Maia é, atualmente, um dos maiores fenômenos das redes sociais e que o novo show dele é um dos mais procurados do país. "A motivação para trazer o Carlinhos [Maia] para Macapá é bem simples, ele está bombando nas redes sociais e todo mundo no país quer conhecer mais sobre ele, o que é justamente o que será apresentado no espetáculo", falou. Para garantir os ingressos antecipados, que custam de R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia). Serviço Espetáculo 'Mas, Carlos!' Data: 30 de setembro (domingo) Local: Teatro das Bacabeiras Hora: 20h Ingressos: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia) Informações: (96) 98138-0887 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Michele Maycoth interpreta sucessos de Maria Gadú em noite romântica no AP


'Linda Rosa', 'João de Barro' e 'Shimbalaiê' fazem parte do repertório. Evento será realizado no dia 1º de setembro num espaço cultural na Zona Central de Macapá. Apresentação está marcada para o dia 1º de setembro, em um espaço cultural em Macapá Michele Maycoth/Arquivo Pessoal Interpretando sucessos de Maria Gadú, uma das relevações da MPB, a cantora amapaense Michele Maycoth prepara um show que promete embalar os apaixonados. A apresentação está marcada para o dia 1º de setembro, a partir das 20h, em um espaço cultural na Zona Central de Macapá. Com uma apresentação predominantemente acústica e intimista, a cantora espera estar mais próxima do público, principalmente para cantar junto com ela sucessos como "Linda Rosa", "João de Barro", "A História de Lilly Braun" e "Shimbalaiê". De acordo com a produção do show, Michele tocará durante mais de uma hora e também haverão participações especiais, entre elas, Alexandre Moraes, Erick Pureza e Nitai Silva. Os ingressos podem ser adquiridos em dois postos de vendas na Zona Central da capital e com a produção do show ao preço inicial de R$ 10. Sucessos como 'Linda Rosa', 'João de Barro' e 'Shimbalaiê' não vão ficar de fora do show Divulgação Serviço Michele Maycoth canta Maria Gadú Data: 1º de setembro (sábado) Hora: 20h Local: Quintal Walô 54 (Avenida José Antônio Siqueira, 1212, bairro Jesus de Nazaré) Ingressos: R$ 10 (1º lote) Postos de vendas: Norte Rock (Villa Nova Shopping); Quintal Walô 54 Informações e compra de ingressos: (96) 98142-0743 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Exposição 'Minha Aldeia' reúne fotografias inspiradas no cotidiano amapaense


Mostra reúne 27 imagens do fotógrafo Floriano Lima. Vernissage acontece no dia 24 de agosto no Sesc Centro, em Macapá. Visitações seguem até 20 de setembro. Mostra 'Minha Aldeia' busca evidenciar as belezas escondidas na simplicidade da vida no Amapá Floriano Lima/Divulgação Com fotos de paisagens, cartões-postais e até mesmo de trabalhadores à beira do Rio Amazonas, o fotógrafo Floriano Lima reúne 27 imagens que retratam o cotidiano amapaense na exposição "Minha Aldeia". A mostra ficará aberta ao público de 27 de agosto a 20 de setembro, na unidade Centro do Serviço Social do Comércio (Sesc), em Macapá. O fotógrafo define não existir um tema específico na exposição, condição que deu a ele liberdade para retratar desde as fotos mais "clichês", até imagens comuns do dia a dia. "Sempre gostei de fotografar nossos cartões postais porque eles são muito bonitos e únicos. Então, por mais 'batidas' que pareçam, eles fazem parte da proposta da exposição", adiantou. Dormir na rede, trabalhar com embarcações ou até mesmo o céu no fim de tarde são inspirações para o fotógrafo, que diz buscar evidenciar as belezas escondidas na simplicidade. Todas as imagens foram feitas entre 2016 até este ano. Elas compõem fases da profissão de Floriano Lima, de 56 anos, que iniciou a fazer "clicks" aos 17. "Essas fotos são recentes e fazem parte da minha carreira profissional. Apesar de fotografar desde a adolescência, quando ganhei minha primeira câmera fotográfica, trabalho profissionalmente na área há cerca de 5 anos", contou. A vernissage da exposição acontece no dia 24 de agosto, às 19h público poderá prestigiar a mostra de segunda a sexta-feira, no horário das 9h às 11h e das 15 às 17h. Serviço Exposição fotográfica "Minha Aldeia" Data: vernissage 24 de agosto; visitações de 27 de agosto a 20 de setembro Hora: abertura 19h; visitações das 9h às 11h e das 15h às 17h Local: Sesc Centro Entrada: gratuita Fotógrafo reuniu 27 imagens para a mostra que acontece até o dia 20 de setembro Floriano Lima/Divulgação Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Peça teatral amapaense vai narrar acontecimentos 19 anos depois do último livro de Harry Potter


Espetáculo está marcado para os dias 16 e 17 de agosto, no Teatro das Bacabeiras. Adaptação amapaense vai regionalizar história original que é inglesa. Peça teatral 'Harry Potter e o Herdeiro Amaldiçoado' será nos dias 16 e 17 de agosto, em Macapá Google Inspirada na peça londrina que contou os acontecimentos 19 anos depois de "Harry Potter e as Relíquias da Morte", um grupo amapaense de teatro propõe uma adaptação do espetáculo que virou sucesso no Reino Unido e bateu recorde de bilheteria na Broadway. A apresentação acontece nos dias 16 e 17 de agosto, às 20h, no Teatro das Bacabeiras, no Centro de Macapá. Intitulado "Harry Potter e o Herdeiro Amaldiçoado: A Oitava História Dezenove Anos Depois", a peça do grupo "O Beco Teatral e o Projeto Literar Amapá" segue a estrutura do espetáculo londrino, com os protagonistas da saga mais velhos e focando a aventura nos filhos do feiticeiro. De acordo com um dos diretores da peça, Iury Laudrup, o trabalho foi regionalizado. "Nosso trabalho é adaptar, uma vez que a peça original tem mais de 5 horas de duração. Então, encurtamos a história e regionalizamos o roteiro para que nossa peça tenha sua própria identidade", ressaltou. O espetáculo amapaense conta com oito personagens no elenco principal e 12 pessoas na produção e terá uma hora e meia de duração. Os ingressos para o espetáculo podem ser adquiridos antecipadamente em três postos de vendas na Zona Central da capital, ao preço de R$ 15 + um quilo de alimento não perecível. História A montagem teatral continua a história de Harry Potter de onde o sétimo e último volume da saga de J.K. Rowling parou, com um enredo envolvendo um Harry adulto e o seu filho do meio, Alvo Severo. Ele também é pai de Tiago Sirius, o mais velho, e de Lília Luna, a caçula. Agora, Potter é um funcionário sobrecarregado de trabalho no Ministério da Magia, com três crianças em idade escolar. Ele "lida com um passado que se recusa a ficar no lugar ao qual pertence", diz um texto sobre a peça. Enquanto isso, Alvo, assim chamado em homenagem ao antigo diretor de Hogwarts e mentor de Harry, Alvo Dumbledore, se esforça para lidar com o peso do legado da família. Serviço "Harry Potter e o Herdeiro Amaldiçoado: A Oitava História Dezenove Anos Depois" Datas: 16 e 17 de agosto Local: Teatro das Bacabeiras (Rua Cândido Mendes, 1087 – Centro) Ingressos: R$15 + um quilo de alimento não perecível Postos de Venda: Livraria Acadêmica (Macapá Shopping - Piso L2); Amapanime Space (Avenida Vereador Orlando Pinto, Nº: 640F - Santa Rita); Parada do Cachorro Quente (Rua Odilardo Silva, Nº: 2289 - Centro) Informações: (96) 98128-4949 / (21) 96979-6812 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Levantamento do G1 mostra variação de preço nas opções de transporte em Divinópolis; confira


Valores dos meios disponíveis na cidade variam de R$ 4,05 a R$ 15. Preço do transporte coletivo varia de acordo com forma de pagamento e para comunidades rurais TV Integração/Reprodução Quem mora em Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas, e precisa se locomover conta, atualmente, com três empresas de aplicativos, ônibus, taxis e mototaxis à disposição. Mas, destas, qual a mais barata? O G1 fez um levantamento com todos os tipos de transporte disponíveis na cidade. Com base em uma viagem de dois quilômetros, o usuário gasta entre R$ 4,05, caso opte por ir de ônibus, a R$ 15 caso faça o trajeto em um táxi ou em dos aplicativo disponíveis na cidade. Ônibus Segundo a Prefeitura, o meio de transporte mais utilizado no município é o transporte público, que tem cerca de 80 mil usuários por dia. O valor das passagens, no entanto, varia. Atualmente, o transporte público municipal custa R$ 4,05 para pagamento em dinheiro e R$ 3,60 para pagamento via cartão de vale-transporte. Segundo a Prefeitura, a frota é de 153 ônibus na cidade. Destes, 144 fazem viagens diárias e outros nove funcionam como veículos reservas. Para as comunidades rurais, o preço varia de acordo com a distância da comunidade ao centro da cidade. Veja na tabela os preços: Preços de ônibus para comunidades rurais em Divinópolis Táxis e Mototáxis Segundo a Associação dos Taxistas de Divinópolis, o número de motoristas não acompanha o tamanho da população. Atualmente, existem 90 taxistas no município espalhados em pontos estratégicos da cidade como no Centro, rodoviária e próximo à supermercados. A associação, no entanto, afirma que os pontos são insuficientes e bairros mais afastados também deveriam ter a presença dos veículos. Atualmente, uma corrida do Centro até o bairro Niterói, com cerca de dois quilômetros de distância, custa, em média, R$ 15 dependendo da bandeira. Valor médio do táxi em Divinópolis para corrida de 2 km é de R$ 15 Reprodução/TV Integração Deste valor, R$ 4,50 são impostos que devem ser repassados ao município – o valor é, também, o valor inicial registrado no taxímetro, segundo a associação. O serviço de mototáxi foi regulamentado em agosto do ano passado e atualmente, segundo a Prefeitura, cerca de 60 mototaxistas atuam nas quatro empresas regularizadas no município. O preço das corridas, no entanto, é calculado pelos próprios motoristas e não é tabelado. Usando como parâmetro a distância levantada com o táxi, três mototaxistas da cidade afirmaram valores distintos para a corrida: o primeiro disse ao G1 que cobraria R$ 5. O segundo, R$ 7 e o terceiro cobraria R$ 10 pela corrida. Segundo a Prefeitura, a diferença é considerada normal porque os gastos do mototaxista varia de acordo com o tipo de moto conduzida por ele e, diferentemente dos táxis, o serviço não possui um valor mínimo estipulado. Mototáxi também apresenta variação no preço Reprodução/Tv Integração Aplicativos A cidade conta, ainda, com três opções de transporte por aplicativo: Uber, Go Car e Uper 7. Para usar o serviço, o usuário deve instalar os respectivos aplicativos em seu smartphone. Segundo um dos proprietários do Go Car, Bruno Alvim, a tarifa do serviço é cerca de 25% menor do que a cobrada pelos táxis. Atualmente, a empresa conta com cerca de 20 veículos pela cidade. No trajeto entre o Centro e o Bairro Niterói, por exemplo, a corrida ficaria em R$ 7. A Uper 7, empresa fundada em 2009, afirmou contar com cerca de 30 veículos cadastrados na cidade. Destes, a tarifa básica dos taxistas é mantida e cobra-se entre R$ 2,17 e R$ 2,50 por quilômetro, dependendo do tipo de veículo solicitado. O valor estimado pelo aplicativo no trajeto escolhido pelo G1 apontou o mesmo preço do táxi. A Uber, por sua vez, informou, por meio da assessoria, que divulga somente dados estaduais. Segundo a empresa, em Minas Gerais atualmente existem 35 mil motoristas atuando pelo aplicativo. Um motorista que faz corridas pelo aplicativo da Uber em Divinópolis, e que pediu para não ser identificado, revelou ao G1 que existe um grupo de mensagens instantâneas com os motoristas da empresa na cidade e que, atualmente, existem cerca de 60 pessoas. No trajeto calculado pela reportagem, a corrida ficaria em R$ 6,75. Contudo, o motorista alerta que o preço varia conforme o horário e a demanda dos usuários. Com relação ao transporte particular, Divinópolis conta atualmente com cerca de 125 mil veículos - uma média de dois habitantes por veículo.

Show de humor em Macapá leva histórias de ribeirinhos da Amazônia para o teatro


Dupla Epaminondas Gustavo e Adilson Alcântara apresentam ‘Agora é que são Eles’, na sexta-feira (3), no Teatro das Bacabeiras. Lançamento de livros também marcam visita dos humoristas ao AP. Epaminondas Gustavo (com a bandeira) e Adilson Alcântara no show 'Agora é que são Eles’ Divulgação Histórias engraçadas de ribeirinhos que vivem no interior do Pará inspiraram o repertório de “Agora é que são Eles”, novo show de humor da dupla paraense Epaminondas Gustavo e Adilson Alcântara. A apresentação do espetáculo acontece na sexta-feira (3), no Teatro das Bacabeiras, em Macapá. Com o sotaque típico da região, o personagem Epaminondas Gustavo, interpretado pelo ator Cláudio Rendeiro, conta aventuras, reclamações, desavenças, conselhos e fatos de comunidades que vivem às margens de rios. A apresentação teatral é acompanhada por canções de Alcântara. Além de ator, Rendeiro é juiz do Tribunal de Justiça do Pará. Ele caracterizou o protagonista do show de humor como um morador de São Caetano de Odivelas, cidade natal do magistrado, com linguajar “caboco” e cheio de expressões. Alcântara é um artista paraense com 25 anos de carreira como cantor, compositor, humorista e produtor cultural. Ele é o responsável por equilibrar o humor com a paródia, que também faz parte da vida dos ribeirinhos, e conta as piadas com ritmo e acompanhado por um violão. A dupla fez uma apresentação em Macapá em maio, lotou o teatro e quer repetir a experiência na capital. Espetáculo leva histórias hilárias da região ribeirinha do Pará Divulgação Livros e palestra Um dia antes da apresentação no Teatro das Bacabeiras, os humoristas vão fazer o lançamento dos livros “Sátira de um Ribeirinho”, que traz crônicas e histórias no olhar de Cláudio Rendeiro, e “Lírica Ribeirinhas e Outras Margens”, com o lado poético do artista. O lançamento dos livros é gratuito acontece após uma palestra-show voltada para alunos do curso de direito, no auditório do Sebrae em Macapá. Serviços Palestra-show para estudantes de direito Data: 2 de agosto (quinta-feira) Hora: 19h Local: Auditório do Sebrae (Av. Ernestino Borges, 740 - Laguinho) Entrada: R$ 20 Lançamento dos livros Data: 2 de agosto (quinta-feira) Hora: 20h30 Local: Auditório do Sebrae Entrada: franca Show de humor 'Agora é que são Eles' Data: 3 de agosto (sexta-feira) Hora: 20h Local: Teatro das Bacabeiras Ingresso: R$ 30 Informações: (96) 98139-9346 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Sem dinheiro, venezuelanos acampam às margens de rodovia na fronteira do Brasil: 'aqui pelo menos temos comida'


Cidade de Pacaraima, em Roraima, tem abrigo público, mas ele é só para índios venezuelanos. Sem ter para onde ir, famílias inteiras estão vivendo às margens da BR-174, que liga os dois países. Angélia Aguilera, 18, e o filho de 2 anos ao lado da barraca em que estão vivendo há cerca de 1 mês; 'Na rua é muito frio' Inaê Brandão/G1 RR Venezuelanos estão vivendo em acampamentos improvisados em Pacaraima, no Norte de Roraima, na fronteira do Brasil. Um deles fica às margens da BR-174, rodovia que liga o país a Venezuela, e tem pelo menos 30 famílias. Conforme a prefeitura, a cidade tem uma média de 1,5 mil imigrantes em situação de rua - o equivalente a 22% da população local, que é de cerca de 15 mil habitantes. O município possui um abrigo público, mas ele é exclusivo para imigrantes indígenas. Procurada, a Força Tarefa Logística Humanitária, criada pelo Governo Federal para lidar com a imigração, informou que está em implantação um novo abrigo para não-índios na fronteira. Chamado de BV8, ele terá capacidade para 500 pessoas. No acampamento às margens da rodovia, famílias inteiras estão morando em barracas de camping e estruturas improvisadas com lonas, madeiras e até papelões. As estruturas são cobertas por plástico para proteger da chuva, comum neste período do ano. Na madrugada, a temperatura chega aos 16º C. A jovem Angélia Aguilera, de 18 anos, está no Brasil há um mês. Ela, o marido e o filho Elieser, de um ano, vivem nas ruas de Pacaraima desde então. "Aqui na rua é muito frio. Nunca imaginei que ia passar por isso", lamentou Angélia. A família saiu de Maturin, a 785 Km de Pacaraima, e conta a mesma história que outros milhares de venezuelanos que buscam refúgio no Brasil. "Vim porque na Venezuela não tem trabalho, comida e remédio. Não tem nada", disse Angélia, acrescentando que no país a família se alimentava apenas de mandioca e sardinha. O esposo trabalhava em uma empresa multinacional, mas o salário - corroído pela inflação diária de 2,8% - perdeu o poder de compra. Por isso, ele largou o trabalho há dois meses e a família resolveu tentar a vida no Brasil, onde busca trabalho. "A vida aqui está um pouco difícil porque não conseguimos dinheiro. Meu marido vende café na rua e não dá para quase nada. Mas dá para comer, sobreviver. Pelo menos temos comida", disse. O objetivo da família é chegar até Manaus. Luiz Sereño, 20, colocou bandeiras do Brasil na barraca improvisada: 'é uma homenagem ao país que me acolheu' Inaê Brandão/G1 RR O jovem Luiz Sereño, de 20 anos, também se mudou para o Brasil fugindo da crise econômica e política da Venezuela. Na barraca improvisada onde mora, o jovem colocou duas bandeiras do Brasil e disse que elas são uma homenagem ao país que o acolheu. "A bandeira representa a união. O Brasil nos recebeu como irmãos e sou grato", afirmou. Em Pacaraima, Luiz trabalha lavando carros. O dinheiro que consegue manda para a filha de três anos que ficou na terra natal. "A Venezuela tem muitos recursos naturais, mas já estamos cansados de passar fome. Tenho uma filha e chorava quando via ela comendo só manga". Na rua, os imigrantes cozinham em latas de tintas e, muitas vezes, dependem de doações de moradores para se alimentar. Sem lugar para se higienizar, aqueles que não possuem entre R$ 1 e R$ 4 para pagar um estabelecimento comercial para usarem o banheiro ficam sem banho e precisam fazer as necessidades em uma região de mata, na outra margem da rodovia. Imigrantes fazem comida em fogões improvisados Inaê Brandão/G1 RR Crise migratória Nos primeiros seis meses deste ano, mais de 16 mil venezuelanos pediram refúgio em Roraima, segundo a Polícia Federal. O número já é 20% maior do que o registrado em todo o ano de 2017, quando foram recebidas pouco mais de 13,5 mil solicitações. Nos últimos 18 meses, 128 mil venezuelanos que entraram no Brasil pela fronteira de Pacaraima (RR), mas destes, 31,5 mil, voltaram para a Venezuela pelo mesmo caminho, e os outros 37,4 mil saíram do país de avião ou por outras fronteiras terrestres. O Exército Brasileiro calcula que a média de entrada de venezuelanos em Roraima nos últimos cinco meses foi de 416 pessoas ao dia. Ainda não há números precisos sobre a quantidade exata de venezuelanos vivendo em Roraima, mas um levantamento da prefeitura de Boa Vista apontou que, só na capital, há 25 mil moradores venezuelanos – o equivalente a 7,5% da população local, que é de 332 mil habitantes. Desses, pelos menos 65% estão desempregados. Atualmente o estado conta com dez abrigos públicos, totalizando cerca de 4,6 mil pessoas, seis deles abertos só neste ano. Mesmo assim, ainda há venezuelanos em situação de rua em 10 dos 15 municípios do estado. Além disso, 820 imigrantes já foram levados em voos da Força Aérea Brasileira (FAB) para São Paulo, Manaus, Cuiabá, Brasília, Rio de Janeiro, Igarassu (PE) e Conde (PB) no chamado processo de interiorização, que consiste em distribuir venezuelanos recém-chegados a Roraima para outros estados do país. Acampamento foi montado às margens da BR-174 Inaê Brandão/G1 RR Initial plugin text

Barracas de apoio aos romeiros começam a funcionar nesta sexta na BR-365 em Patos de Minas


Nos pontos de atendimento serão oferecidos alimentação, camas, escalda-pés, massagens e atendimento médico 24h até o dia 13 de agosto. Reprodução/TV Integração Os pontos de apoios aos romeiros começam a funcionar a partir desta sexta-feira (27) às margens da BR-365, km 439, após o trevo de Santa de Patos, em Patos de Minas. Serão oferecidos sanitários, camas, água e refeições durante 24h até o dia 13 de agosto. As Delegacias da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Patos de Minas e Uberlândia, realizarão a “Operação Romaria”, e a partir do dia 27 de julho haverá grupos dedicados à fiscalização de trânsito e do radar móvel na BR-365. Os romeiros terão direito a alimentação completa com café, leite, suco, pão e frutas, almoço, atendimento de saúde, além de escalda-pés, massagem e chuveiros. O Dia de Nossa Senhora da Abadia, padroeira do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, é celebrado no dia 15 de agosto e os fiéis católicos saem a pé até a cidade de Romaria como forma de agradecer ou cumprir alguma promessa.

Quilo do Pirarucu é vendido em Rondônia por R$ 9,36 no valor médio


Banana nanica, bezerro de corte e alface convencional também foram cotados. Valores se referem a preços pagos diretamente ao produtor. Veja quanto custa o preço do quilo do pirarucu em várias cidades Toni Mendes/ TG A Associação de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO) realizou, entre os dias 16 a 20 de julho, a pesquisa de preços dos produtos agrícolas vendidos no estado. A cotação se refere ao valor pago diretamente ao produtor agrícola, nas unidades produtivas. Confira abaixo a lista de alguns itens: Peixe Pirarucu (quilo) Preço médio: R$ 9,36 Porto Velho: R$ 11,00 Guajará-Mirim: R$ 10,00 Ariquemes: cotação não informada Jaru: R$ 8,00 Rolim de Moura: R$ 7,40 Machadinho D'Oeste: R$ 10,00 Ouro Preto do Oeste: R$ 9,00 Ji-Paraná: R$ 11,00 Colorado do Oeste: R$ 8,50 São Miguel do Guaporé: cotação não informada Costa Marques: cotação não informada Cacoal: cotação não informada Vilhena: cotação não informada Pimenta Bueno: cotação não informada Banana Nanica/ Nanicão (quilo) Preço médio: R$ 1,88 Porto Velho: R$ 2,00 Guajará-Mirim: R$ 1,80 Ariquemes: R$ 2,00 Jaru: R$ 2,00 Rolim de Moura: R$ 1,30 Machadinho D'Oeste: R$ 2,00 Ouro Preto do Oeste: R$ 2,00 Ji-Paraná: R$ 2,00 Colorado do Oeste: R$ 2,00 São Miguel do Guaporé: 2,00 Costa Marques: 1,50 Cacoal: R$ Cotação não divulgada Vilhena: R$ Cotação não divulgada Pimenta Bueno: R$ 2,00 Bezerro de corte (cabeça) Preço médio: R$ 960,71 Porto Velho: R$ 950,00 Guajará-Mirim: R$ 900,00 Ariquemes: R$ 950,00 Jaru: R$ 1.000,00 Rolim de Moura: R$ 1.100 Machadinho D'Oeste: R$ 1.000,00 Ouro Preto do Oeste: R$ 1.000,00 Ji-Paraná: R$ 950,00 Colorado do Oeste: R$ 1.000,00 São Miguel do Guaporé: 720,00 Costa Marques: R$ 900,00 Cacoal: R$ 980,00 Vilhena: R$ 1.000,00 Pimenta Bueno: R$ 1.000,00 Alface convencional (maço) Preço médio: R$ 1,80 Porto Velho: R$ 1,50 Guajará-Mirim: R$ 2,00 Ariquemes: R$ 2,00 Jaru: R$ 1,50 Rolim de Moura: R$ 1,50 Machadinho D'Oeste: R$ 2,00 Ouro Preto do Oeste: R$ 2,00 Ji-Paraná: R$ 1,00 Colorado do Oeste: R$ 2,00 São Miguel do Guaporé: 2,00 Costa Marques: R$ 2,00 Cacoal: R$ 2,00 Vilhena: R$ 1,65 Pimenta Bueno: R$ 2,00

Confira as vagas de emprego do Sine em Macapá para o dia 24 de julho


Há oportunidades para auxiliar de vidraceiro, pescador, passadeiro, forneiro, técnico em laboratório e topógrafo. Número de vagas é de acordo com as empresas cadastradas. São ofertadas duas vagas para técnico em laboratório no Sine Macapá Divulgação/FVS O Sistema Nacional de Empregos no Amapá (Sine/AP) oferece vagas de empregos para Macapá. O número de vagas está disponível de acordo com as empresas cadastradas no Sine e são para todos os níveis de escolaridade e experiência. Os interessados podem procurar o Sine/AP, localizado n Rua General Rondon, nº 2350, na praça Floriano Peixoto. Em toda a rede Super Fácil tem guichês do Sine e neles é possível obter informações sobre vagas em Macapá e Santana. Outras informações e oferta de vagas são pelo número (96) 4009-9702. Para se cadastrar e atualizar os dados, o trabalhador deverá apresentar Carteira de Trabalho, RG, CPF e comprovante de residência (atualizado). Veja as vagas disponíveis de acordo com as solicitações das empresas: Auxiliar de vidraceiro – 1 vaga Forneiro – 1 vaga Gerente de fibra óptica – 1 vaga Pescador especializado (PEP) - 1 Pescador profissional (POP) – 1 vaga Passadeiro – 1 vaga Motorista de pesca – 1 vaga Técnico em laboratório – 2 vagas Técnico em refrigeração – 1 vaga Técnico em edificações – 1 vaga Topógrafo – 1 vaga

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